
Cuidado, escuta e excelência.
Saúde conduzida com critério, profissionalismo e atenção.
Um tratamento preciso com um olhar humano para cada caso.
sobre a clínica respirare
como começou
A Clínica Respirare nasceu do sonho de duas amigas e parceiras de profissão há mais de uma década, com o propósito de oferecer um cuidado ético, acolhedor e atento às necessidades de cada paciente. Aqui, o olhar vai além do diagnóstico: cada pessoa é escutada e compreendida de forma integral, com decisões bem fundamentadas e personalizadas. Unindo excelência clínica e cirúrgica, a clínica atua com profissionais constantemente atualizados, tecnologia e sensibilidade, sempre com foco em saúde, bem-estar e qualidade de vida em todas as fases do cuidado.
médicas responsáveis
sobre nós
A Clínica Respirare é conduzida pelas médicas Dra. Priscilla Campos, especialista em Otorrinolaringologia, Alergia e Imunologia, e Dra. Lígia Barbosa, especialista em Otorrinolaringologia. Juntas, oferecem um atendimento integrado e completo na área respiratória. Unidas por uma trajetória profissional construída com rigor científico e atenção genuína às pessoas, oferecem um cuidado que combina precisão, sensibilidade e decisões bem fundamentadas. Aqui, cada paciente é acompanhado com escuta, critério e personalização em todas as etapas do cuidado.

Orientações essenciais
dúvidas frequentes
Reunimos aqui algumas das dúvidas mais comuns da nossa área de atuação, com esclarecimentos objetivos para orientar e trazer mais tranquilidade. Ainda ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco!
Não. O ronco infantil pode estar relacionado ao aumento das amígdalas ou adenoide, rinite ou alterações anatômicas. Quando não investigado, pode impactar o sono, o desenvolvimento, a aprendizagem e a qualidade de vida. O diagnóstico precoce é fundamental.
A alergia respiratória não tem cura, mas pode ser muito bem controlada. O tratamento envolve medidas ambientais, medicações e, em alguns casos, imunoterapia (vacinas para alergia), reduzindo crises e melhorando o conforto e o sono.
A cirurgia é considerada quando o tratamento clínico adequado não controla os sintomas ou quando há alterações anatômicas que favorecem infecções recorrentes. O objetivo é melhorar a função dos seios da face e a qualidade de vida do paciente.
Sim. Quando não tratada corretamente, pode levar à perda auditiva, perfuração do tímpano e outras complicações. Dor de ouvido, secreção ou diminuição da audição devem sempre ser avaliadas por um especialista.
Não. A tontura pode ter origem no ouvido interno ou estar relacionada a outras condições clínicas. O otorrinolaringologista avalia a causa e indica o tratamento mais adequado para aliviar os sintomas.
Não. O ronco pode ocorrer isoladamente. Porém, quando associado a engasgos noturnos, sono não reparador, sonolência diurna ou dificuldade de concentração, pode indicar apneia do sono e deve ser investigado.
Não. Rouquidão por mais de duas semanas deve ser avaliada por um otorrinolaringologista, pois pode indicar desde alterações benignas até condições que exigem diagnóstico e tratamento precoces.
